segunda-feira, 10 de agosto de 2015

O tal de Léo-alguma-coisa

Eu gosto de rock. Eu realmente gosto de rock. Mas ultimamente, tenho pulado de galho em galho.
Uns galhos mais longos, outros curtos, outros finos. E entre esses galhos, o tal do Léo-alguma-coisa
Fiquei tentada a ouvir. A ouvir aqueles braços semi musculosos, braços de quem trabalha em frigorífico, carregando boi dia sim, dia não. Logo eu, uma exímia vegetariana, considerando o [quase] vizinho suculento como uma opção para sair da fossa. Seria uma opção a se considerar seriamente... visto que, o rock anda fraco no mercado. Mas seria uma última opção. 
O amor não pode ser só música, não é mesmo? Não é isso que dita um amor, certo?
Aliás, o que dita o amor? O que faz o amor ser amor?
Eu busco essas respostas há algum tempo, mas... cadê que elas aparecem?
Eu vejo pessoas se conhecendo, flertando, namorando e até casando.
Depois, vejo as mesmas pessoas brigando, se separando, se odiando a ponto de nem se conhecerem mais. 
E então, onde estava o amor no meio disso tudo? Que entidade é essa que de repente, se desapega assim da gente?  
O amor não deve existir. 
É só mais um mito.
Uma bobagem.
Uma bobagem para algum trouxa comprar de algum outro trouxa que vende. E só.
Porque afinal, se o amor fosse tão bom assim, ele não seria propagado. Seria segredo. 
É isso. O amor é segredo. Ele existe, mas é segredo.  

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